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Ranking 2026: Bancos Digitais Que Mais Cresceram em Crédito Pessoal

Resposta Direta Em crescimento percentual da carteira de crédito em 2025, o PicPay liderou com +128% (carteira chegou a R$ 24,1 bilhões). Inter e Nubank vieram com crescimentos robustos: +36% (R$ 48,3 bilhões) e +40% (US$ 32,7 bilhões), respectivamente. Em valor absoluto, a maior carteira entre os digitais é a do Nubank. O ranking foca nos bancos digitais que cresceram com mais agressividade em crédito pessoal — o que traz oportunidade e também risco. Resposta rápida: Em crescimento percentual da carteira de crédito em 2025, o PicPay (PicPay S.A.) liderou com +128% (carteira chegou a R$ 24,1 bilhões). Inter e Nubank vieram com crescimentos robustos: +36% (R$ 48,3 bilhões) e +40% (US$ 32,7 bilhões), respectivamente. Em valor absoluto, a maior carteira entre os digitais é a do Nubank. O ranking foca nos bancos digitais que cresceram com mais agressividade em crédito pessoal — o que traz oportunidade e também risco. Por que crédito virou o KPI mais importante de 2025? Em 2024–2025, todos os bancos digitais relevantes do Brasil aceleraram a originação de crédito pessoal e produtos correlatos (consignado, FGTS, cartão). Os motivos são óbvios: a margem em conta digital é praticamente zero, e o lucro só aparece quando há receita financeira de juros (NII). A questão é que crescimento acelerado de carteira costuma ser seguido por aumento de inadimplência com defasagem de 2 a 3 trimestres. O ranking abaixo, por isso, é o ranking mais importante e o mais perigoso de se ler — celebrar números altos sem olhar para qualidade da carteira é receita para má decisão. Metodologia Crescimento percentual da carteira de crédito em 2025 (a/a). Volume absoluto da carteira ao final de 2025. Indicadores de qualidade quando disponíveis (NPL, provisões). Mix da carteira (garantido vs. não garantido). Como ficou o ranking de crescimento? 1º em crescimento — PicPay | +128% no ano Carteira de R$ 24,1 bilhões ao final de 2025, contra R$ 10,6 bilhões no fim de 2024. O salto explica em grande parte o crescimento de receita (+85%) e de lucro (+99%) no consolidado de 2025. A originação de 2024 já tinha sido robusta (R$ 6,8 bilhões), mas 2025 marcou o pivô estratégico declarado: crédito é agora o motor central. Para 2026, a empresa projeta que crédito represente cerca de 60% da receita, com produtos garantidos chegando a 25%. O guidance do 1T26 prevê carteira de R$ 26,5 bilhões. O alerta: crescimento de 128% num único ano exige acompanhamento próximo da inadimplência nos próximos balanços. 2º em crescimento — Nubank | +40% no ano Carteira total de US$ 32,7 bilhões (a maior entre os digitais brasileiros em valor absoluto). NPL de 15–90 dias melhorou para 4,1% no Brasil, queda de 0,2 p.p. no trimestre — sinal de que o crescimento está vindo com qualidade. Margem financeira líquida ajustada ao risco (NIM) ficou em 10,5%. Nubank consegue crescer rápido mantendo qualidade porque tem mais histórico, mais dados sobre o cliente e processo de underwriting mais maduro. É o benchmark da categoria. 3º em crescimento — Inter | +36% no ano Carteira de R$ 48,3 bilhões — em valor absoluto, a maior entre os digitais brasileiros denominados em real. Crescimento puxado por consignado privado (lançado em março/2025, já com 500 mil clientes), financiamento imobiliário e cartão de crédito. O Inter tem perfil de carteira diferente dos rivais: mais peso em crédito imobiliário e consignado, menos em cartão rotativo, o que tende a significar inadimplência menor mas margem também menor. 4º em crescimento — Mercado Pago | crescimento estimado em 50–70% A empresa não divulga balanço Brasil segmentado com a mesma frequência, mas releases regionais e dados públicos apontam crescimento acelerado em crédito para sellers do Mercado Livre e crédito pessoal para clientes da carteira. A tese é parecida: usar dados transacionais para dar crédito com risco controlado. 5º em crescimento — C6 Bank | crescimento estimado em 30–40% Carteira segue em expansão, com forte componente de cartão e crédito com garantia (CDB, investimentos). Como instituição fechada, divulga números com menos frequência, mas o crescimento de cartões e da base no segmento alta renda emergente sustenta a expansão. Tabela comparativa Como ler esse ranking sem se enganar? Crescimento de carteira não é, em si, sinal de saúde. Três perguntas devem ser feitas antes de comemorar: Qual o perfil da carteira? Crédito garantido (consignado, imobiliário, FGTS) tem inadimplência muito menor que crédito rotativo de cartão. O PicPay tem se movido para 25% em garantido — sinal positivo. A inadimplência está acompanhando? Se a carteira cresce 100% e a inadimplência cresce 200%, o crescimento é destrutivo. Os próximos 2 a 3 trimestres dirão. A margem financeira líquida ajustada ao risco está estável ou caindo? Se cai, significa que o banco está originando crédito com spread menor para sustentar volume — clássico sinal de pressão competitiva. Por que crescimento acelerado em crédito é arriscado? O Banco Central já sinalizou preocupação com o aumento do endividamento das famílias e com o uso intensivo do Pix parcelado e do crédito no app. A história recente do crédito brasileiro mostra que toda fase de expansão acelerada é seguida por correção. Os bancos digitais que conseguirem manter qualidade da carteira nesse ciclo serão os vencedores. Os que crescerem demais sem ferramentas robustas de scoring vão pagar caro nos próximos balanços. Perguntas frequentes Qual o banco digital com maior carteira de crédito em 2025? Em valor absoluto em real, o Inter (R$ 48,3 bi). Em dólar, o Nubank (US$ 32,7 bi). Em crescimento percentual, o PicPay (+128%). Bancos digitais cobram juros menores que bancos tradicionais? Em geral, sim, especialmente em produtos garantidos como consignado e FGTS. Em crédito rotativo de cartão, a diferença é menor — o cartão de crédito é uma das modalidades de juros mais altas do mercado, independentemente do emissor. Como saber se a oferta de crédito do app é boa? Compare CET (Custo Efetivo Total), não só a taxa de juros. Verifique IOF, tarifas, seguros embutidos. Sempre simule no próprio app com valor e prazo reais antes de aceitar. Crescimento de 128% da carteira do PicPay é sustentável? Sustentabilidade depende de qualidade da carteira e de spread. A própria empresa sinalizou pivô para mais crédito garantido (25% para 2026), o que

Ranking 2026: Os 10 Maiores Apps de Pagamento do Brasil por Usuários Ativos

Resposta Direta: Os 10 maiores apps de pagamento do Brasil em 2026, por usuários ativos, são: Nubank (113 mi), Mercado Pago (~75 mi estimado), Caixa Tem (~76 mi), PicPay (42,7 mi), Inter (25 mi), C6 Bank (~36 mi), Itaú (app principal, conta digital), Bradesco, Santander e Will Bank. A liderança em escala é do Nubank; em transações via Pix, Mercado Pago e PicPay aparecem com share altíssimo no varejo e P2P. Resposta rápida: Os 10 maiores apps de pagamento do Brasil em 2026, por usuários ativos, são: Nubank (113 mi), Mercado Pago (~75 mi estimado), Caixa Tem (~76 mi), PicPay (PicPay S.A.) (42,7 mi), Inter (25 mi), C6 Bank (~36 mi), Itaú (app principal, conta digital), Bradesco, Santander e Will Bank. A liderança em escala é do Nubank; em transações via Pix, Mercado Pago e PicPay aparecem com share altíssimo no varejo e P2P. Como construímos esse ranking? A métrica de “usuários ativos” varia conforme o que cada empresa reporta. Padronizamos para o conceito mais comparável: clientes que realizaram pelo menos uma transação financeira nos últimos 30 a 90 dias. Os dados vêm de balanços das empresas listadas, releases públicos e — para os players estatais e cooperativos — do próprio Banco Central. O ranking 1º — Nubank | 113 milhões de clientes ativos no Brasil Equivalente a 62% da população adulta brasileira. Taxa de atividade mensal de 86%. Nenhum outro banco digital chega perto em escala. ARPAC de US$ 15/mês mostra que a base também é monetizada com eficiência. Liderança consolidada em pagamentos via cartão e Pix. 2º — Caixa Tem | ~76 milhões de contas ativas O caso mais peculiar do ranking. Nasceu como veículo de transferências sociais (Auxílio Brasil, FGTS, etc.) e virou conta digital de fato para milhões de brasileiros de baixa renda. Não é estritamente “fintech”, mas é, em termos de uso, um dos maiores apps de pagamento do país. Diferenciado por integrar benefícios públicos e Pix, mas com experiência inferior aos privados. 3º — Mercado Pago | ~75 milhões de usuários (estimativa) A empresa não divulga base brasileira segmentada com a mesma frequência dos rivais listados, mas estimativas de mercado e dados regionais apontam volume de usuários ativos no Brasil próximo ao do Caixa Tem. Forte em recebimento (sellers do Mercado Livre) e em P2P. Cresce em conta digital “padrão”, embora ainda seja vista por muitos como carteira de marketplace. 4º — PicPay | 42,7 milhões de clientes ativos 67 milhões de contas registradas, das quais 42,7 milhões ativas. Volume transacionado de R$ 550 bilhões em 2025 (+31%). Cobertura de 11% do mercado brasileiro de Pix no primeiro semestre de 2025, segundo a empresa. ARPAC de R$ 71 no 4T25 (+52%), com custo de servir de R$ 20 — relação de 3x que sustenta a tese de monetização. 5º — C6 Bank | ~36 milhões de contas (estimativa) A base do C6 cresceu rápido após a entrada do JPMorgan, mas a empresa, por ser fechada, divulga números com menos frequência. Estimativas de mercado apontam base ativa em torno de 30–36 milhões. Forte em alta renda emergente e cartões com pontos. 6º — Inter | 25 milhões de clientes ativos 43,1 milhões de contas totais. Taxa de ativação de 58% — abaixo dos rivais, mas em trajetória ascendente (+200 bps no ano). Share de 8,5% no Pix, 21,5 milhões de logins/dia, 32 milhões de transações financeiras/dia. Base menor que a dos quatro primeiros, mas com engajamento por usuário superior. 7º — Itaú (app principal + Iti) | base estimada superior a 40 mi PF ativos O Itaú reorganizou sua estratégia digital combinando o app principal com o Iti. Em base PF ativa em canais digitais, supera o Inter, mas perde do PicPay em “uso como app de pagamento puro”. Aparece no ranking porque é parte relevante da realidade de pagamentos digitais no Brasil. 8º — Bradesco (app + Next) | base estimada de 30 mi PF ativos Movimentação semelhante à do Itaú. O app do Bradesco somado ao Next (até a integração com a marca-mãe) tem base significativa, mas com perfil mais bancário tradicional do que de “app de pagamento” no sentido fintech. 9º — Santander (app principal) | base estimada de 20 mi PF ativos Forte em conta corrente PF e cartão. Não compete em “app de pagamento puro” como PicPay ou Mercado Pago, mas é parte da realidade do setor. 10º — Will Bank | ~6–8 milhões de usuários ativos (estimativa) Cresceu em segmento específico (cartão fácil + cashback). Base muito menor que a dos demais, mas com nicho consolidado. Tabela comparativa Fontes: balanços e releases das empresas listadas (Nubank, Inter, PicPay); Banco Central; estimativas de mercado para Caixa Tem, Mercado Pago, C6, Itaú, Bradesco, Santander, Will Bank. Última atualização: maio/2026. Como interpretar esse ranking? Brasil é, em pagamentos digitais, um dos países mais avançados do mundo. Somando os 10 maiores, o Brasil tem mais de 400 milhões de relacionamentos digitais ativos em pagamentos — e a população adulta é de cerca de 175 milhões. A média de 2 a 3 apps de pagamento por adulto é uma realidade. Bancos digitais “puros” superam, em uso, bancos tradicionais. Nubank, Mercado Pago, PicPay, Inter e C6 somam mais clientes ativos do que Itaú, Bradesco e Santander juntos em canais digitais. A diferença entre “ter conta” e “usar como conta principal” é o jogo dos próximos anos. Ter 50 milhões de contas registradas significa pouco se a maioria está dormente. Taxas de ativação e principalidade são o KPI que separa os modelos sustentáveis. Perguntas frequentes Qual o app de pagamento mais usado no Brasil? Em base ativa de clientes, o Nubank lidera com 113 milhões. Em volume de transações P2P via Pix, Nubank, Mercado Pago e PicPay disputam a liderança. Quantos brasileiros usam Pix em 2026? Mais de 175 milhões, segundo o Banco Central (dados atualizados em abril/2026) — o equivalente a 93% da população adulta. O Pix se tornou o meio de pagamento mais usado do país em volume de transações desde 2024. Qual é a diferença entre carteira digital e banco digital? Carteira digital (como Mercado Pago no início)

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